Parei para observar as letras enfileiradas no muro
Lembrei vagamente do tempo em que sonhava-me poeta.
"A poesia ainda vai te matar menino" ouvia.
E antes de morrer por ela, matei em mim a poesia.
Hoje, durante os segundos em que lia, tomou-me de assalto um calor confuso
Aquela vontade de mudar o mundo... Aquele sonhar utopia.
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