Hoje me bateu uma vontade
louca de escrever, de transformar meu sentimento em um emaranhado de palavras,
as quais eu chamaria de “nossa poesia”, “poesia da gente” ou algo piegas do
gênero.
Eis que me deparo frente à
folha branca tentando transpor, entre os milhares de momentos, aquele que consiga
nos descrever, mas, uma quantidade absurda de pequenos detalhes vão brotando em minha mente como se
disputassem qual deles é o mais importante, o mais forte e, tentando escolher,
me perco.
Paro, analiso (mania de
racionalizar tudo) e vejo que é uma dúvida boba, pois, não o “mais” entre os
momentos; eles todos, um após o outro, exatamente como e quando aconteceram, a
junção de todos eles (das lágrimas aos
sorrisos, dos medos às certezas) absolutamente todos foram -e são- os mais
fortes, os mais importantes, os mais bonitos e os mais sinceros que já tive.
Eu passaria horas escrevendo
sobre o teu sorriso, do olho que fica miúdo à covinha que se mostra na
bochecha; ou do jeito tão meigo que tens de ficar de mau humor; ou das nossas
brincadeiras tolas; ou; ou; ou; e me perderia em meio a tantos detalhes que me
fazem brilhar os olhos e corar a pele.
Então, tentando ser breve e
não parecer clichê demais, eu resolvi resumir tudo em uma palavra: GRATIDÃO...
Por partilhar teus momentos comigo e partilhar dos meus também, OBRIGADO.
Ps.: Já falei que te amo hoje?