terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

VERDE



A um matinho, de um verde diferente... de um verde que brilha e que brinda os encontros


VERDE.

atirei sal na terra para nada mais florescer

veio um mato rasteiro, de um verde certeiro

daqueles que brota nos lugarem todos

foi minha areia conquistando

até eu querer colorir o chão meu

pintar de verde a minha imensidão

me fez querer ser mato rasteiro talvez 

me acabar em suas folhas lisas

embrenhar-me nos talos seus

e me esverdear até não se perceber

o que é mato e o que sou eu.


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