sábado, 1 de fevereiro de 2014

Vento.



Lá vou eu mais uma vez, juntar as folhas que o vento triste do egoísmo e desamor tratou de empurrar alma a fora. As minhas folhas caídas dos outonos que vivi e que ficaram guardadas, mas que o maldito vento tratou de espalhá-las. Estas folhas são minhas e tenho a sina de carregá-las. Havia juntado cada folhinha, catalogado e guardado aonde se devia e ali guardadas não me causavam incomodo, mas esse vento veio tão forte, tão repentino que não me havia preparado e bagunçou tudo fazendo lembrar-me delas. As folhas na sua maioria são belas, mas são todas caídas.

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