Que nos tirem tudo.
Que nos suguem
até a última gota de esperança
e que esfreguem suas conquistas em nossas caras.
E quando não nos restar mais nada
e nada tivermos a perder,
nos restará a barbárie...
e eles se arrependerão de ter nos tirado o tão pouco que nos aquietava
e pouco algum do mundo nos aquietará novamente.
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