Um estranhamento.
Excesso de vazios que transbordam
E que consomem.
Um amontoado de banalidades,
Superficialidades, inutilidades e desejos
Que estimulam e confundem.
Explosões de desejos sem sentido
E sentidos alvoroçados.
Dúvidas, medos, fraquezas e anseios
Dançando ciranda
E apontando com escárnio
Para cada gatilho de ação.
Um interior revirado, bagunçado,
Sofrendo as dores de cada segundo,
Ganhado ou perdido.
Um auto-proibido.
Um auto-julgado.
Um auto-criticado.
Um perdido,
No meio de tantos outros.
.Mazzucco.
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