sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sobre como escrever poucas linhas

Hoje me bateu uma vontade louca de escrever, de transformar meu sentimento em um emaranhado de palavras, as quais eu chamaria de “nossa poesia”, “poesia da gente” ou algo piegas do gênero.
Eis que me deparo frente à folha branca tentando transpor, entre os milhares de momentos, aquele que consiga nos descrever, mas, uma quantidade absurda de pequenos detalhes  vão brotando em minha mente como se disputassem qual deles é o mais importante, o mais forte e, tentando escolher, me perco.
Paro, analiso (mania de racionalizar tudo) e vejo que é uma dúvida boba, pois, não o “mais” entre os momentos; eles todos, um após o outro, exatamente como e quando aconteceram, a junção de todos eles (das  lágrimas aos sorrisos, dos medos às certezas) absolutamente todos foram -e são- os mais fortes, os mais importantes, os mais bonitos e os mais sinceros que já tive.
Eu passaria horas escrevendo sobre o teu sorriso, do olho que fica miúdo à covinha que se mostra na bochecha; ou do jeito tão meigo que tens de ficar de mau humor; ou das nossas brincadeiras tolas; ou; ou; ou; e me perderia em meio a tantos detalhes que me fazem brilhar os olhos e corar a pele.
Então, tentando ser breve e não parecer clichê demais, eu resolvi resumir tudo em uma palavra: GRATIDÃO... Por partilhar teus momentos comigo e partilhar dos meus também, OBRIGADO.

Ps.: Já falei que te amo hoje?

Nenhum comentário:

Postar um comentário